SEGUE-ME?

7 de junho de 2011

E o que me consome...


E o que me consome é a certeza...
Não compreendo, mas a dúvida sempre me intriga,
Parece-me mais interessante, mais ousada...
Tendo à correr perigo,
Vivo a desafiar-me saber..


[Naná]







Ingenuidade


E eu desaprendi a ingenuidade...
Criei armaduras para me defender dela...


[Naná]




Gritar..


E há momentos em que é preciso se calar...
Mas a vontade de gritar é tanta, que não cabe no silêncio perturbador....


[Naná]






30 Seconds to Mars - "Hurricane"







"There is a fire inside of this heart in a riot about to explode into flames..."



6 de junho de 2011

O Isolamento e a Convicção...



Não há ser humano que não se isole por um tempo, e que não seja alheio aos seus sentimentos, e à si mesmo por vezes.
Mas há a necessidade de saber se respeitar, aprender com seus defeitos e suas próprias incógnitas.
O que foge do controle é quando esse isolamento faz com que se afaste de si mesmo, e afastar-se de si mesmo é sinônimo de perder-se. E nessas circunstâncias de convicções cegas, é que acabamos por pegar atalhos incertos os quais nossos passos trepidam, mas não hesitam em prosseguir.
Quando se perde, também contrata-se a nulidade dos atos, se abraça a imprudência, e a bruma ofusca a visão.
Já dizia Nietzsche: "As convicções são inimigas mais perigosas da verdade do que as mentiras".
Creio que tantos desafios que nos são impostos servem para nos ensinar sobre a falibilidade dos sentidos, aprender a pensar, repensar antes de agir...
No fundo toda essa confusão organiza-se, e toda a névoa dissipa-se, é só não deixarmo-nos crer que viver só, é uma saída, pois isso nos custa muitos erros; e o isolamento, ao oposto da introspecção é como um veneno injetado nas veias, que pode ser fatal à vida.



[Naná]








“Um paradoxo: ‘O isolamento só existe num isolamento. Uma vez compartilhado se evapora (...)'”.


[In: Quando Nietzsche Chorou - Irvim D. Yalom]





5 de junho de 2011

Estranhezas...


E no fundo, todos nós possuímos 'estranhezas' em nós mesmos...
E são elas que incitam-nos à desvendar o que contemos em nosso cerne, em nosso âmago...
Talvez se tudo soubéssemos sobre nós, não haveria a volição de prosseguir e avistar novas coisas, buscar novos horizontes...
Os sentidos seriam monótonos, e a vida será igual e sem motivos para a mudança...


[Naná]