SEGUE-ME?

29 de junho de 2012

...




... e meu coração é um tolo desgovernado... só falta aprender a atropelar as pessoas também, porque já cansou de ser atropelado...

(Naná) 
15/06/2012

















Morcegos...


Morcegos me atraem... mas ao mesmo tempo me apavoram!
Contraditório, não???
Tudo em mim é às avessas!
Mas um dia, quando eu estiver sentada, no sofá da sala, pensando coisas impensáveis, ainda descubro qual o caminho, o alvo pra acertar em cheio e apagar as memórias indeléveis que me irritam por ser tão somente ausência, lacunas e insensatez!
E eu vou ouvir "wish you were here" sem ligar para o que a letra vai soar em meus ouvidos...
E eu vou caminhar na rua, simplesmente.... sem ficar pensando longe, sem procurar por vestígios, que te tragam na minha lembrança....
Vai ser como um vento que passou e nunca mais voltou... vai bater no meu rosto uma vez só, e não vou mais sentir o peso da falta...
Sou apenas mais uma das pessoas que deixou-se mergulhar no ceticismo perante a expectativa de reciprocidade que singrava nos sonhos, outrora.
Sim, eu sou uma boba, imatura, louca... assumo essa postura pré-potente, mas eu não entendo, nunca entendi porque pessoas simplesmente passam e se vão, como quando falamos "bom-dia" na rua para algum desconhecido que talvez nunca mais veremos...
E depois me pedem pra não deixar-me levar por essa postura pessimista, por esse tom de crueldade e desconfiança que me assola, e essa insegurança absurda por ter que conviver com essa carga de sentimentos que carrego aqui dentro, que se anula todas as vezes que se torna ímpar...
O efêmero multiplicou-se em trilhares de quilômetros de velocidade à minha frente... E eu nem tive tempo de me "explicar"...
Sabe, eu sou uma tremenda idiota mesmo! Mesmoo! 
As pessoas cada vez mais tornam-se estranhas para mim... e estou me abdicando da crença de que elas são realmente boas o suficiente para chegarem à um mínimo grau de sensibilidade visível. Sabe qual o problema? Eu sou o problema! Sempre fui! E acho que serei sempre! 
Eu não tenho par... Nasci com uma "fôrma" que não tem encaixe, e um coração demasiadamente cheio... cheio de estupidez que transborda e que depois faz me sentir ridícula por demonstrar tanta coisa que as pessoas não compreendem, e jamais compreenderão. 
E sabe de uma coisa? Eu não quero esquecer as coisas que me fizeram sorrir, porque confesso que foram poucas as vezes que me senti bem comigo mesma.. e raras pessoas conseguiram tal feito! Mas a ironia disso tudo é que é pretérito (imperfeito)... e de que adianta lembrar sozinha? Bahhh! Que tolice e balbúrdia sentimental! 
A verdade é que tenho tido uns dias muito ruins, muito mesmo! Aliás, qual o dia que estou bem comigo mesma? Me diz? E ainda as pessoas me cobram que eu seja menos pessimista e me ame mais... Mas como isso? Como vou me amar, me aceitar, se eu sou o problema? Como posso acreditar em mim, se tenho o dom de afastar todas as possibilidades que poderiam me fazer feliz? 
Acho que vou ter que ficar mais muitas horas no sofá da sala, alimentando essa introspecção! 
Vou deitar, até... quem sabe dormir, e deixar pra pensar para o dia seguinte... 

Pensar não me cabe mais, às vezes eu penso! Hahah! 

Acho que preciso mais de ação... sei lá... sumir, seria uma boa! 
Eu preciso de um "mundo novinho em folha", onde eu me sinta bem sendo como sou, patética e tonta! (é!). Mas acho que ele não vai dar tempo de existir na minha vida, não vai dar tempo de ser "criado", porque tudo sempre me é urgente! 

Ah... e tem mais! O pior cego não é aquele que não quer ver... o pior cego é aquele que sente!


(Naná)
12/06/2012





Enigmas


Eu gosto de enigmas!
Não! Na verdade amo, tenho o dom de atraí-los. Mas isso não significa que sou boa o suficiente em decodificá-los...
Me incluo nesse rol de indizibilidade (haha!).
Raramente as pessoas compreendem a minha sistematicidade... minha esquipatice e hermeticidade são marcas registradas... não sei não ser deste modo.
Pra falar outra verdade verdadeira, embora soe contraditório (hehe), fui acometida pelo niilismo com altas doses de pragmatismo, já nem me recordo desde quando...
Sei lá, eu sou um amontoado de bagunça na cabeça das pessoas, e na minha cabeça também (é!)...
É um frisson misto de rebeldia, insanidade, ironia e mais trilhares de adjetivações.
Eu não consigo ser inteira! Há muita coisa aqui dentro que me aperta a garganta e o peito, querendo fugir, mas acho que ainda não chegou o tempo de exteriorizar... nem sei se saberei... falta alguma chave... sei lá... Não sei! Estou escrevendo coisas desconexas, tentando desafogar essa inquietude que nada aqui dentro desse cerne compelido pelas incessantes introspecções... e sei, que mais uma vez meu discurso soará totalmente dispensável... Tudo bem, já me habituei em ser sem sentido, em estar sem sentido, em não enxergar sentido algum... 
Preciso reaprender posturas, mudar de foco... na verdade acho que preciso de outro planeta onde eu me sinta menos "et"... 
É chato ser assim, desintegrada, "fora de órbita" e sozinha! 
Tenho o dom da falibilidade! Só pode! 
É difícil manter os pés no chão, sendo alado... Muito! 

Só queria que as pessoas não tivessem medo desse "ser hermético" que sou, pra que eu possa sentir que ainda tenho probabilidade de ocupar algum espaço envolto de reciprocidade... o mínimo que seja! 

Que me seja permitido sonhar, ao menos... porque no fundo, bem no fundo, já contraí o vezo de ser "sem par".


(Naná)
11/06/2012





17 de junho de 2012

Verdades...


A primeira verdade é que as pessoas têm medo do que é translúcido; logo, elas têm medo de quem escreve, pois quem escreve, geralmente tem uma percepção maior do que é sentir.
A segunda verdade é que pessoas que sentem demais acabam ficando sozinhas, porque ninguém equivalerá à sua capacidade de sentir.
A terceira e última verdade é que, eu sou uma dessas pessoas eternamente sozinhas, mas que não exime-se à regra de ser inteira. Eu não abro mão de ser assim, e acho um crime não ser como eu sou.
Uso repelente contra máscaras, e isso apavora tanto quem se aproxima de mim... gosto da verdade nua, crua... pode vir quente também.... mas não seja muito fria, porque eu não sou fria... na verdade eu sou fogo! Não tenho tido uns dias muito bons.. hoje foi um deles... mas escrever me deixa sempre melhor... é como fazer faxina na mente, no âmago... tirar todo o entulho que quer me encurralar no canto do meu "ego", e quer me guiar na masmorra psíquica de enfrentar os dias, tão difíceis pra pessoas como eu. Ah, eu estou bem... é só questão de tempo pra ficar melhor!

Já dizia Nietzsche: "Detesto quem me rouba a solidão sem em troca me oferecer verdadeira companhia"...

E que saber? Dane-se esse tal niilismo...


(Naná)

04/06/12



Me esquecer?


Olha, você quer me esquecer? Me esquece então, oras! Só não tente mascarar as palavras, tampouco as suas vontades. Não será a primeira vez que vou ser esquecida, e eu nem vou morrer por isso. Olha só... eu ainda estou "vivinha da silva", pronta pra ser esquecida novamente. 
Não se culpe por eu ser desinteressante ao ponto de te deixar com dúvidas e com medo de prosseguir... eu não ligo mais pra essas coisas... o que não for meu nunca será mesmo, nem aqui e nem na China! Fazer o quê, né? Não sou eu que escrevo as histórias sozinha, e se fosse também, seria feliz demais, acho que eu ia enjoar de sorrir tanto, no fundo... hehe! 
E olha, eu aprendi a não pressionar tanto a caneta quando estou escrevendo os meus sentimentos (embora não aparente ser desse modo), porque a marca não será tão forte... assim quando eles crescerem e quiserem desabitar o meu mundo monótono aqui dentro, deixo-os livres... 
Não esquenta a cabeça, querido. Segue em frente, nem precisa me dizer adeus... pode poupar a sua energia, é desperdício gastá-la com pessoas que sempre serão fracas e incapazes de impedir que mais um sonho bata à porta, mas vá embora... Não me julgue falsa ou insensível (você bem sabe que não sou), isso é apenas uma semente de desapego à brotar aqui dentro.... foi você mesmo que me ensinou à plantá-la. 
Deixa ela crescer e criar raízes, e quem sabe eu fico mais forte para os outros esquecimentos que virão, não é mesmo? 
Longe de ser dramática, eu sou é realista! E você sabe bem disso, porque está indo embora, descobriu todas essas coisas e as chamou de "motivos" para ir. 
Eu sou sensível (muito), tanto é que sou boa com as palavras... mas eu prefiro que você vá embora de verdade, do que fique aqui do meu lado, apenas me fazendo cultivar vazio, embora eu seja boa em monólogos! 
Só não se esquece de uma coisa por favor: devolve a parte do coração que te entreguei outro dia, naquele nosso beijo que arrancou também suspiros da minha alma... devolve parte dela também, ficou faltando aqui por causa da ausência de reciprocidade. 
Mas só estou pedindo pra me devolver tudo isso (que é tão pouco pra você, praticamente insignificante), porque eu não gosto de lacunas... sim, eu tenho várias delas, mas é que mais uma me daria mais trabalho, entende? (ou não, tudo bem... tanto faz não entender...). 
Quer saber a realidade? Cansei de sentir sozinha... e não me venha com esse "discurso" de que eu faço pressão, porque é mentira! Eu apenas gosto muito... e eu não quero enfiar na sua "goela abaixo" essas coisas, eu só espero sinceridade... só isso que peço! 

Aliás, isso me fez lembrar de uma outra história.... que é preciso tomar muito cuidado! Isso mesmo, garota! Muito cuidado com eles.... estão sempre à solta! Sobrevoam sem medo nas noites mais escuras, e pousam nos teus ombros, quando você menos espera. E você gosta, até se habitua com eles... mas é tão incrívelmente mágico que você se cega! É verdade! 

Cuidado com os morcegos! Cuidado, garota! Alguns também são conhecidos como vampiros, mas dá na mesma! 



(Naná)

04/06/12




Pensamentos...


Andei pensando muito hoje.... na verdade corri nos pensamentos... tive meus altos e baixos, escalei montanhas e caí em poços, de tanto pensar... Chorei e sorri diante dessa letargia que me persuade à pensar em você... 
É, realmente eu sou adepta à hermeticidade desprovida de concisão, de mãos dadas às delongas... 
Oh, como eu falo demais com as mãos! Sou tagarela por escrever tanto, e meu coração é todo desorganizado porque não acompanha os dedos, desequilibrados e trêmulos quando escrevo sobre o que guardo na mais profundidade do cerne... na realidade nem é tão profundo assim, de tanto que cavei esses dias à procura de resquícios de sanidade. As lacunas gigantescas me permitem deslizar com mais frequência quando sou acometida pela suscetibilidade, bravia e inconsequente, que corrói as expectativas de cura. 
Ah, sua tola... você é especialista em querer cicatrizar os sentidos, estancar as amarguras que passeiam calmamente e sem pressa nas suas entranhas... não se preocupe com eles... Preocupação é para os fracos, que não permitem-se ser, sentir ou viver, embora ganhe a dor de brinde! 
Mas olha, viva sem medo, porque a vida prega peças até mesmo quando a prudência é absoluta. É verdade! Ela gosta de decorar alguns dias com balões coloridos, músicas que parecem eternizar-se no êxtase da alegria, e em contrapartida (pra quebrar o gelo), acinzentar outros dias, só pra não ficar na "monotonia" de ser feliz... entende? 
Ah, menina boba! Páre de se apegar aos sonhos, e querer se entregar ao clichê de que as pessoas um dia vão te enxergar com uma sensibilidade tão notável que você vai até desmaiar de susto. Bobagem! A vida é passagem... passagem pra se conhecer, para os outros te conhecerem, mas adquirirem desinteresse... Acho difícil encontrar empatia onde há muita passagem... é, o trem da vida é rápido... Só que você ainda não consegue correr muito bem pra acompanhar essas mudanças tão bruscas, que te puxam pra becos, praticamente despropositadamente... porque os ventos sempre te levam... mas olha, isso tem um ponto positivo: você aprende a se perder no meio do caminho, e depois aprende se encontrar denovo, com muito custo, mas se acha, atordoada, mas se acha... 
Essa é a vantagem do conceito efêmero! Você se renova a cada dia, e sempre tem algum sentimento novo batendo à porta, só pra não te deixar com o tédio do vazio... é como dizem: é melhor sentir dor do que nada. E que Deus me livre da anodinia! 
Tá, aí você vem e me pergunta porque eu escrevo tanta merda transbordante... e eu respondo: porque isso vai passar também. É apenas o meu "escape" desse sentimentozinho que está batendo à minha porta agora... mas amanhã ele vai embora, e vou deixar entrar outro, cá comigo. 
Tá, esquece! Deixa essas coisas de passagem de lado... não consigo me habituar com essa ideia de tempo... eu bem disse há algumas linhas acima que não aprendi a correr o suficiente... talvez minhas pernas sejam curtas demais, ou eu tenha muito medo mesmo de me tornar insensível e gostar de ser assim... 
Ah, deixa pra lá também todas essas filosofias baratas que eu estou tentando descrever aqui... é que eu preciso te contar uma coisa... é uma coisa chata, eu sei... mas é que eu aprendi a chorar sem derramar lágrimas... será algum sintoma de ter "calos no coração"? Acho que acumulei cicatrizes... sou mesmo uma idiota por permiti-las... é, você já me disse sobre essa minha amargura que sempre estraga tudo... e eu não vou te pedir perdão por ser assim, porque não tem nada a ver pedir perdão sem sentido, e eu sou sem sentido, desconexa, às avessas... cai na real, eu sou realista, pô! 
Já acostumei com as pessoas me denominando por milionésimas vezes, mas tudo sempre querendo me afirmar que eu sou uma boba, ou uma chata de galochas...Hunf! Isso cansa, mas eu já me acostumei... a gente acaba se acostumando com as coisas da vida, inclusive acaba tornando-se vidente... hehe! 
Você sabe o final do filme, e do embrulho no estômago que vem depois das borboletas... mas mesmo assim as deixa voar por um tempo dentro de você, até que elas não se contentam e vão embora, te deixando um vazio esquisito, mas você se acostuma... é, mais uma vez a prova de que tudo é efêmero, com exceção da sua convicção tão assertiva sobre as coisas que você vive... decálogos ou dilemas? Tanto faz como se chama isso, só sei que gosta de me perseguir quando tudo sempre parece estar bem... 
Mas sabe qual o problema, moço? Eu sou forte! Sim, é verdade! Sempre me dou oportunidade de quebrar a cara mais uma vez... e minha coluna ainda resiste em abaixar pra pegar os cacos... claro, culpa minha! Afinal, fui eu quem me permiti, não é mesmo? Eu sou ímpar em arranjar confusão comigo mesma... acho que já nasci toda atrapalhada, perdida no meu labirinto de ser... Ufa! Meus dedos estão doendo, logo eles vão criar calos também... 
Mas minha cabeça ainda resiste mais algumas "marretadas"... são doses diárias de "se liga, garota" e "caia na real" que eu preciso injetar nas minha veias para, ao menos, tentar ser "menos pior"... 
Me deu vontade de rir, agora... é sério... aliás, "é sério" me faz lembrar a sua voz... você sempre me dizia isso... mas dizia é pretérito (imperfeito)... Então, me deu vontade de rir por toda essa esquipatia descabida que eu sou no todo. Não tem nada em mim que não soe estranho... e eu rio porque eu queria ser normal, mas eu sou muito atrapalhada pra isso... embora goste de andar de salto alto, batom vermelho e ame roupa preta, o resto eu sou diferente... acho que eu tenho um coração batendo nos dedos, e um cérebro estrangulado no peito....
Olha eu, dramatizando novamente, né? Poxa... quantas palavras frívolas consegui empregar pra classificar toda essa balbúrdia mental, não é mesmo? 
Isso porque eu estava deitada na minha cama, cansada, já pensando em dormir... me deu um estralo, quase que um fantasma me levantando da cama, eu com um pré-sonambulismo, pra me meter à desaguar rios de asneiras aqui... que certamente ninguém perderá tempo em ler... (é óbvio)... 
Se bem que ainda é cedo, quase 2 da madruga... pra quem vive acordado demais, não tem problema dormir pouco.... 
Já estou melhor, enfim... estou mais leve, ao menos acho... todo dia deposito na minha caixinha colorida, os sentidos que eu guardo o dia todo, só pra não acumular no dia seguinte... pra não pesar, entende? E tem a questão do efêmero... as palavras não vão voltar, pelo menos não dessa maneira... 

Então eu respiro fundo e me proponho pra mim mesma... vai dormir, garota... no sono a gente esquece um pouco das coisas... a prática não leva à perfeição, mas ela sempre estimula a você superar (principalmente à si mesmo)... 

E então eu vou seguir o meu próprio conselho: cerrar meus olhos daqui alguns minutos, e esperar que todas as coisas passem, sejam da maneira que for... já que tudo tem que se cumprir, que eu cumpra o meu papel de viver... mesmo que seja através dessas mal traçadas linhas que escrevo, desprovidas de sentido, e afiguradas uma palhaçada mental... 

Mas a regra de ouro é: Não me julgue, nem queira me entender... porque das minhas urgências só eu sei, e só eu suporto... certifique-se antes de aproximar-se um milhão de quilômetros do meu farol vermelho, porque eu sou um arsenal inteiro prestes a explodir... mas se você conseguir ultrapassar a minha "visão de raio-x", sou eu quem preciso tomar cuidado... nunca se sabe das estranhezas que querem te atingir, não é mesmo? 
O alheio às vezes atemoriza, mas em outras vezes atrai... e é pior que íma...
E é disso que eu tenho mais medo: dos dias coloridos, que depois se tornam cinzas... onde eu que acabo sendo a atingida por munições que eu mesma deixei transpassarem as minhas fronteiras... ingratas fronteiras do coração, revestidas de falibilidade... Bom, já dei "nós" demais nas palavras... Vou dormir... Ah, e quer saber? Esquece tudo o que eu disse... vou quebrar as regras (na verdade vou fazer uma confissão: eu vou gostar de você mesmo que o tempo passe, tá? Mesmo que eu seja a maior babaca do mundo e você me odeie por eu ser tão imatura e tosca... só tô falando isso porque o que eu sinto, há um tempooo não tem sintomas da "passagem" que eu disse... está mais pra íma, perigo, fogo, do que passagem, porque você já ultrapassou minha "visão de raio-x" e eu te permiti vir do meu lado, mesmo que eu corra riscos...). Mas não se esquece de que eu sou doida, tá? E o quanto isso te incomoda... e o quanto isso me diminui... 

Boa noite, e beijos na testa! 



(Naná) 


04/06/2012